KILL BILL ENTROU PARA A LISTA DOS MELHORES FILMES QUE JÁ VI

Não posso deixar de comentar sobre o novo filme do Tarantino: Sem sombra de dívida um dos melhores filmes que já vi. Fui ver este filme sem esperar muita coisa, pois eu sou fã dos filmes de artes marciais e westerns dos anos 70 e posso até dizer que já vi quase todos porém logo na primeira cena o filme já despertou minha atenção. O filme começa em preto e branco numa cena tipica de um Bang-Bang americano classico dos classicos, simplesmente fantástica. O Tarantino fez uso de todos os jargões possiveis dos filmes em que homenageia. E não teve homenagem melhor do que ter usado em "a noiva" a mesma roupa que bruce lee usou em "O jogo da morte", filme em que morreu durante as filmagens. Enfim, os criticos de cinema podem dizer o que quiserem, mas em minha mediocre opnião KILL BILL é um filme facinante.

 



 Escrito por Rodrigo Nasc às 10h39
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ULTIMAS LEITURAS

O CASTELO DOS ALQUIMISTAS

Alemanha, 1523. Edgar, um espião do arcebispado, infiltra-se na fortaleza de Schönburg para investigar as práticas alquimistas do conde Frowin. As suspeitas o conduzem logo a uma torre inexpugnável, onde corpos humanos são usados como ingredientes de uma fórmula secreta que transforma chumbo em outro. As investigações se complicam quando o conde aparece assassinado dentro de um quarto trancado por dentro. Um fato inexplicável, que acaba por desbaratinar os planos do nosso espião. Até chegar à solução do enigma, Edgar se verá envolvido em um complô em que a luta pelo poder político, os interesses da Igreja e as artes obscuras da alquimia se combinam para levar a cabo a maior intriga já vista no Renascimento.

Na verdade é um romance policial como outro qualquer onde o final é tipico de um desenho do Scooby Doo. Eu cheguei a essa conclusão: Todos os romances policiais são iguais, mas eu gosto muito.

O EVANGELHO DE JUDAS

Mistério, fé, identidade, traição, amor e sexo. Com estes elementos, Simon Mawer criou uma intriga palpitante, que deixa o leitor com fôlego suspenso até as últimas páginas deste magnífico romance. Leo Newman, um padre católico americano, tem sua rotina de estudioso da Bíblia, em Roma, violentamente abalada ao se deparar com um manuscrito encontrado em Jerusalém, cujo conteúdo pode simplesmente minar os fundamentos da cristandade. Integrando uma equipe internacional de decifrar os fragmentos descobertos, padre Leo Newman vai a Jerusalém, onde defronta-se com a versão de Judas Iscariotes sobre o martírio de Cristo, um documento que, se autêntico, pode ter imensas conseqüências, pois nega a ressurreição de Jesus.
A responsabilidade de comprovar a veracidade do manuscrito, porém, não é a única provação de padre Newman.
Ao mesmo tempo que vive uma crise de vocação, ele envolve-se cada vez mais com Madeleine Brewer, uma mulher casada com um diplomata, seu amigo. No meio deste redemoinho, ainda rememora a trágica história de sua mãe, vivendo uma relação adúltera durante a Segunda Guerra Mundial.

Já que hoje em dia Jesus cristo é cada vez mais superstar nada melhor do que estórias que duvidem de suas façanhas milagrosas. Se bem que se nas escrituras está escrito que judas se enforcou momentos depois da traição ao senhor jesus cristo, como ele poderia ter escrito algum evangelho? mas vale a pena pela imaginação do autor.



 Escrito por Rodrigo Nasc às 10h22
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Meus contos

CAINDO NO ABISMO

 

 

Eu, pronome pessoal da primeira pessoa do singular. (Substantivo masculino) A individualidade da pessoa que fala.

 

 

 

Quem sou eu? Nunca soube ao certo. A única certeza que tenho é essa dor que me sufoca, esse aperto no peito, esse nó na garganta. A angustia é sempre a pior inimiga e a solidão é sua melhor amiga. É tudo muito mais fácil para os que não sangram, que não sentem, que não pulsam, mas para mim não adianta, o corpo sente, a mente registra. Não sei o que é, mas há sempre um cão ao meu lado. Um cão negro que me segue com os olhos em todos os lugares que estou. O cão às vezes me fareja a noite enquanto durmo e posso sentir o ar quente que sai de seu focinho. Durante a noite é que tudo fica mais confuso, não posso fechar os olhos que logo me vem estranhos pensamentos, estranhas sensações que não sei explicar. Sei que você não está me entendendo, nem eu me entendo às vezes e não quero ser entendido agora. Você não deve saber o que é isso e deve estar rindo dessas frases desconexas agora, porém um dia será mais um dentre tantos outros que como eu não conseguem fechar os olhos durante a noite. Esquece. Há sempre um sonho que vem sempre no mesmo horário, sempre quando as coisas ficam aparentemente bem, sempre que me sinto mais vivo, mais alegre, menos singular. O sonho não é coerente, mas me assusta, é como se fosse extremamente real, mas ao mesmo tempo é tão abstrato, sem nexo, sem lógica. O que há de lógico nesse mundo? A matemática, talvez, se bem que ela nem sempre é lógica. Na verdade o que eu queria que você entendesse mesmo é que no fundo, no fundo, bem no fundo eu não sou assim do jeito que está pensando agora, também tenho outros sonhos, outras esperanças, mesmo que isso não seja tão evidente assim. Há dias em que o sol me agride, em que a lua me assusta, mas também há outros em que tudo fica calmo e harmônico como o vento que balança as flores, que espalha o pólen pelo ar, que semeia o solo, que germina as plantas, que balançam com o vento. Entende o que quero dizer? Não, você não está me entendendo. Eu devia desistir de tentar. Nesse momento o cão está aqui ao meu lado me observando com seus olhos grandes e negros, ele é capaz de ficar durante horas, aqui parado, só me olhando. Isso me deixa confuso. Queria mesmo era saber quem sou eu, assim, talvez essa dor passasse e o cão me deixasse em paz. Você devia fechar os olhos e tentar me entender, compreenderia o medo, a angustia, os olhos do cão. Nada disso importa: o cão, o medo, a angustia, você. Nada importa, o sonho vai continuar, as sensações não me abandonaram e ninguém compreenderá, ninguém. O melhor que faço é tentar dormir e esquecer que o cão está me observando e pensar que tudo isso é ilusão. Fecho os olhos. O abismo é mais profundo a cada dia que passa.

 



 Escrito por Rodrigo Nasc às 11h42
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Um pouco de nostálgia (Não me lembro o nome dessa)

Ainda não te esqueci
Sei que sou tolo mas não vou mudar
Você nunca me viu chorando

Ainda estarei aqui
Quando quiser me encontrar
Siga as placas do destino

Se eu não faço mais parte de você
Não perca seu tempo buscando outras palavras
Se um dia eu te encontrar perdida em outra estória
Deixe que o tempo passe devagar

A noite é sempre longa
O céu também nunca mudou
Você não vê as constelações?

Quando você se foi
Pensei que tudo ia mudar
Mas você ainda me faz levitar

Se o sol se esconde atrás de montanhas tão distantes
Não perca seu tempo buscando dias perfeitos
Jardins de flores velhas, Incenso pelo ar
Colher os frutos da vida que nunca tivemos

ainda existo no seu mundo fictício
cantando canções que você nunca vai entender

Se um dia eu te encontrar perdida em outra cidade
Deixe que o tempo passe devagar.



 Escrito por Rodrigo Nasc às 02h03
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Essa foi pra ela. Ela sabe quem é ela.

 

 

ELA

Histórias de amor,

Frases que ficam sempre por dizer...

Por que eu estou sempre te procurando?

 

Museus de arte, filmes de guerra, taças de vinho...

O pôr-do-sol, música ao longe: a vida que eu sempre quis...

 

A mente, o corpo e o coração sempre em paz com o velho mundo.

E por enquanto estamos indo bem... Até o filme terminar.

 

Será que existe alguma maneira de te entender?

Será que existe outra igual a você?

Seus olhos me distraem o tempo todo,

E a sua voz me acalma o coração...

 

Vou te levar pro meu mundo

Só pra gente se divertir...

Vou te contar os meus segredos

Pra você ficar sempre por perto...

 

E eu nem quero te entender,

E eu não quero nem pensar em nada,

Eu quero apenas um pouco dos teus sonhos

Pra gente ainda ficar bem.



 Escrito por Rodrigo Nasc às 10h28
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DICA DE LEITURA

 

Coisas que só se encontram nos sebos de São Paulo

Palstic Jesus - Poppy Z. Brite

E lá estava eu perambulando pelo sebo do messias, uns dos melhores sebos de São Paulo, lá na praça da Sé, quando me deparei com um pequeno livro de 100 páginas mas com uma estória muito curiosa. A princípio a capa me chamou atenção por conter as imagens de Jonh e Paul - algo saído do disco revolver de 1966 dos Beatles - mas ao ler as orelhas do livro percebi que a estória também era interessante. A autora norte americana Poppy Z. Brite reconta a tragetória dos Beatles desde o início até a morte de Lennon só que com um detalhe: como teria sido se Jonh e Paul tivessem sido amantes? Obviamente ela utiliza nomes ficiticios em sua estória mas ela deixa claro que está falando dos Beatles.

Bem, não é uma grande obra literária mas vale a pena pela imaginação da autora que eu não conhecia até então.

"Poppy Z. Brite brinca com a história dos Beatles: o resultado é Plastic Jesus, uma mistura de dinamite e rock. Uma história fantástica, dramática e tocante. Chocante para os puristas, ela alimenta a imaginação dos demais. E se..."

 



 Escrito por Rodrigo Nasc às 13h54
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CARTA SUICÍDA

 

 

Manuscrito, quase ilegível, encontrado nos escombros de uma velha casa na região das perdizes sessenta anos após o fato descrito abaixo.

 

 

Aos vivos

 

 Se você estiver lendo esta carta é porque deve, se seguirmos a ordem natural das coisas, estar vivo e isso pode ser um alívio, pelo menos ao caro leitor. Antes de tudo queria me desculpar caso a carta esteja um pouco suja, pois, sinceramente, é a primeira vez que estou a cometer este ato e pode parecer irônico, mas não sei se deixo a carta entre as mãos, dentro do bolso ou se coloco em cima de algum móvel. Devo dizer que ainda não me decidi sobre isso, como também não me decidi se disparo contra o crânio ou tórax, portanto, se aconteceu algum acidente com essa carta durante minha execução, peço que desculpe minha falta de prática no ofício aqui praticado, pois não encontrei nenhum manual, guia ou cartilha que me ensinasse a efetuar uma boa autodestruição, mas farei o melhor para que nenhum fragmento de meu corpo atinja esse pedaço de papel.

Eis, então, que o fato já está consumado e digo que, durante esses minutos que o precede, estou a ficar ligeiramente nervoso, não pelo fato de que a morte me espera, mas por estar cheio de dúvidas quanto a elaborar essa tragédia. Penso muito nas pessoas que serão responsáveis na limpeza e manuseio do corpo que aqui jaz, portanto achei que a banheira seria um lugar bem apropriado para cometer o ato, também pela praticidade de se limpar toda e qualquer sujeira que por ventura venha a surgir, o problema ainda está em onde deixar essa carta, pois acredito que ela tenha que ficar em local seco e de fácil acesso aos que a encontrarão. Ainda não sei o que fazer.

O vivo leitor, fazendo um irônico trocadilho para descontrair a mórbida cena, irá perceber que até o momento não declarei nenhum tipo de motivo ou causa que me levaram a cometer o ato fúnebre em questão. Veja bem, meu estimado leitor, os motivos são desnecessários. Como pode ver tenho as faculdades mentais funcionando perfeitamente, estou totalmente lúcido do que farei e confesso que até um pouco excitado com isso tudo. Na verdade acredito que a experiência de morrer deve ser fascinante, o grande mistério da humanidade é de fato muito fácil de descobrir, sendo esse o intuito desse suicida de primeira viagem, posso até dizer que não foi um suicídio e sim um experimento cientifico. Peço ao caríssimo leitor que publique esta carta em algum jornal para que toda a humanidade tenha a oportunidade de compartilhar de monumental evento cientifico, pois, lhe digo, se houver vida após a morte pode ter certeza que buscarei e pesquisarei uma forma de avisá-los, direi tudo o que existe do outro lado, todos os detalhes e quem é o responsável por tudo isso. Todos saberão quem é Deus afinal e qual é o seu verdadeiro caráter.O atento leitor estará se perguntando agora como tenho tamanha certeza de que encontrarei o reino dos céus e não o inferno? Muito simples, meu caro, minha investigação será plena e abrangerá todo complexo do infinito, entre o céu e o inferno, registrarei tudo, contando qual é a melhor hospedagem, claro que isso não será tão fácil assim, serei um clandestino e posso ser pego por ambos os lados, mas darei o melhor de mim pela ciência e pela humanidade.

Acho que não há mais nada a dizer, só peço mais uma vez ao cidadão que encontrar esta suposta “carta suicida” que a entregue imediatamente a alguma autoridade competente e mostre ao mundo minha façanha. Dizem que um dia o homem pisará em solo lunar, pois eu digo mais: eu pisarei em solos celestiais e eternos e não esconderei nada dos habitantes dessa vida, violarei as leis divinas, mas todos saberão a verdade. Assim será, eu prometo.Despeço-me ainda sem saber onde deixar está carta e qual será o lugar mais apropriado. Deixo um grande abraço ao leitor que me aturou durante a leitura dessas fúnebres linhas e digo que em breve terá noticias minha. Ainda só não sei como. Adeus.

 

18 de outubro de 1944

Atenciosamente,

Finado cientista.



 Escrito por Rodrigo Nasc às 14h43
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Continuação

 

Cena III

 

O homem continua a correr agora não mais pela rua, mas por um matagal em direção ao nada.  Ao olhar para trás volta a ter a sensação de ter visto alguém, mas dessa vez mais perto e mais nítido. Ele se desespera, já não consegue conter o medo. Ele tropeça e cai, seu pé está preso em um buraco, não consegue tirá-lo. Por um instante ele para de se debater e escuta um assovio de uma melodia irreconhecível, triste e melancólica se aproximando. Ele se vira e ao perceber que alguém está postado a sua frente ele grita.

 

Cena IV

 

O homem desperta com um grito, suando frio, em sua cama. Ao perceber que está em sua casa ele diz em tom de alívio:

 

Foi um sonho, só um sonho.

 

Ele se levanta e caminha em direção ao banheiro, debruça-se sobre o lavatório, abre a torneira e lava o rosto. Ergue-se e olha-se no espelho esfregando as mãos no rosto molhado ainda dizendo:

 

Foi um sonho, só um sonho.

 

Espanta-se. Pelo reflexo do espelho ele vê seus sapatos sujos de terra ao lado da cama.

 



 Escrito por Rodrigo Nasc às 15h49
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Meus contos

ANJOS DA NOITE 

 

A nebulosidade ameaçadora

Tolda o éter, mancha a gleba, agride os rios

E urde amplas teias de carvões sombrios

No ar que álacre e radiante, há instantes, fora.”

 

(Augusto dos Anjos: A noite)

 

 

Um homem qualquer, uma noite qualquer, andando por uma rua qualquer de uma cidade qualquer em um país qualquer ao sul da linha do equador.

 

Cena I

 

Um homem caminha a passos rápidos por uma rua escura e mal iluminada olhando para trás a cada minuto que passa e sentindo a sensação de estar sendo seguindo. O silêncio é perturbador e ouve-se apenas o barulho dos passos. Cada vez que ele olha para trás tem a impressão de ter visto alguém. Uma espécie de vulto, o que o faz apertar ainda mais o passo. E ele caminha cada vez mais rápido e falando com o pensamento.

 

Voz do pensamento: “Tem alguém atrás de mim, eu sei que tem. Eu sei, eu sei. Alguém está atrás de mim”. (repetindo essas frases durante todo percurso)

 

Ele começa a correr.

 

Cena II

 

Um segundo homem anda vagarosamente pela mesma rua, assoviando uma canção alegre qualquer irreconhecível, enquanto um outro passa correndo por ele. O segundo homem olha para trás e não vê mais ninguém, mas sente um vento frio tocar-lhe o rosto. Ao longe ele ainda pode ver o homem ainda a correr antes de sumir de vista. O segundo homem continua a sua caminhada vagarosa agora a assoviar uma canção triste e melancólica ainda irreconhecível.

 

CONTINUA....


 



 Escrito por Rodrigo Nasc às 15h47
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Ok, estou de volta e este espaço será destinado as coisas que eu escrevo. Nada de ficar falando sobre a minha vida e coisas que faço, apenas produções independentes e literarias do jeito que eu gosto. Pra começar: "um pouco de romantismo".




Silêncios e dúvidas


Se você disser tudo outra vez
Eu talvez entenda suas dúvidas e medos.
Meu mundo de palavras tolas
E sonhos tão normais.

Mas saiba que eu não quero te deixar grilada
Com esses meus versos insanos
E minha insensatez.

Se você me desse a chance de te conquistar
Eu te daria coisas que ninguém vai acreditar.
Melhor dizer tudo outra vez.

Longe do paraíso não somos mais ninguém,
Perto de um precipício fingimos estar tudo bem,
Perfeitos e discretos,
Insanos e tão calados.
Tenho muito mais canções pra te dar.

Você é tão cinematográfica
E eu nem sei quem sou.

Dom Juan de virgens loucas
Expulsas do paraíso,
John Wayne em branco e preto
Num deserto sem destino,
Figurante de cinema mudo.

Mas não me diga as coisas sempre pelo fim
E desculpe quando sou tão vazio,
Eu não vou roubar flores pra te dar.
Cuidado com a escuridão das ruas solitárias.
Faça tudo aquilo que você quiser
Mas não se desespere com sonhos tão tensos.



 Escrito por Rodrigo Nasc às 15h06
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Histórico
25/04/2004 a 01/05/2004
14/03/2004 a 20/03/2004
15/02/2004 a 21/02/2004
01/02/2004 a 07/02/2004
18/01/2004 a 24/01/2004

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